sábado, 27 de novembro de 2010

NÃO FUGIR...

Às vezes, quando nos damos conta, estamos ali , num cantinho
escondidos....com medo da vida.
Ela nos assusta.....porque é mistério, não temos o dom de ver
aonde nos leva nossas atitudes perante a ela.
E aquele medo de errar, de sofrer...
E isto nos faz fugir, esconder-se, ir devagar, muito devagar...
E vida é tão breve....só que não damos conta o quanto ela passa rápido..
E tentamos voltar, mas não tem volta, cada momento é único..
E nunca mais retorna, as mesmas chances, os mesmos instantes, o que passou...
Aquela hora, aquele momento é único....
Não vai se repetir igual, nunca mais
Então vamos tentar sempre estar focados no momento presente
E não esquecer nunca, que ele não voltará jamais,
E também não ter medo de viver, pensar sempre que podemos, não vamos falhar
E muito menos sofrer, mas também se acontecer, valeu..
A vida é isso, uma sucessão de momentos bons ou não...
E só podemos aceitar, porque no fundo, somos nós mesmos
que a fazemos do jeito que é....

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Tarsila do Amaral

BIOGRAFIA




Tarsila do Amaral nasceu em 1º de setembro de 1886 na Fazenda São Bernardo, município de Capivari, interior do Estado de São Paulo. Filha de José Estanislau do Amaral e Lydia Dias de Aguiar do Amaral. Era neta de José Estanislau do Amaral, cognominado “o milionário” em razão da imensa fortuna que acumulou abrindo fazendas no interior de São Paulo. Seu pai herdou apreciável fortuna e diversas fazendas nas quais Tarsila passou a infância e adolescência.



Estuda em São Paulo no Colégio Sion e completa seus estudos em Barcelona, na Espanha, onde pinta seu primeiro quadro, “Sagrado Coração de Jesus”, aos 16 anos. Casa-se em 1906 com André Teixeira Pinto com quem teve sua única filha, Dulce. Separa-se dele e começa a estudar escultura em 1916 com Zadig e Mantovani em São Paulo. Posteriormente estuda desenho e pintura com Pedro Alexandrino. Em 1920 embarca para a Europa objetivando ingressar na Académie Julian em Paris. Frequenta também o ateliê de Émile Renard. Em 1922 tem uma tela sua admitida no Salão Oficial dos Artistas Franceses. Nesse mesmo ano regressa ao Brasil e se integra com os intelectuais do grupo modernista. Faz parte do “grupo dos cinco” juntamente com Anita Malfatti, Oswald de Andrade, Mário de Andrade e Menotti del Picchia. Nessa época começa seu namoro com o escritor Oswald de Andrade. Embora não tenha sido participante da “Semana de 22” integra-se ao Modernismo que surgia no Brasil, visto que na Europa estava fazendo estudos acadêmicos.



Volta à Europa em 1923 e tem contato com os modernistas que lá se encontravam: intelectuais, pintores, músicos e poetas. Estuda com Albert Gleizes e Fernand Léger, grandes mestres cubistas. Mantém estreita amizade com Blaise Cendrars, poeta franco-suiço que visita o Brasil em 1924. Inicia sua pintura “pau-brasil” dotada de cores e temas acentuadamente brasileiros. Em 1926 expõe em Paris, obtendo grande sucesso. Casa-se no mesmo com Oswald de Andrade. Em 1928 pinta o “Abaporu” para dar de presente de aniversário a Oswald que se empolga com a tela e cria o Movimento Antropofágico. É deste período a fase antropofágica da sua pintura. Em 1929 expõe individualmente pela primeira vez no Brasil. Separa-se de Oswald em 1930.



Em 1933 pinta o quadro “Operários” e dá início à pintura social no Brasil. No ano seguinte participa do I Salão Paulista de Belas Artes. Passa a viver com o escritor Luís Martins por quase vinte anos, de meados dos anos 30 a meados dos anos 50. De 1936 à 1952, trabalha como colunista nos Diários Associados.



Nos anos 50 volta ao tema “pau brasil”. Participa em 1951 da I Bienal de São Paulo. Em 1963 tem sala especial na VII Bienal de São Paulo e no ano seguinte participação especial na XXXII Bienal de Veneza. Faleceu em São Paulo no dia 17 de janeiro de 1973.

sábado, 6 de novembro de 2010

TEMPO CERTO

De uma coisa podemos ter certeza: de nada adianta querer apressar as coisas, tudo vem a seu tempo, dentro do prazo que lhe foi previsto.
Mas a natureza humana não é muito paciente. Temos pressa em tudo, e aí, acontecem os atropelos do destino, aquela situação que você mesmo provoca, por pura ansiedade de não aguardar o tempo certo. Mas alguém poderia dizer:
Qual é esse tempo certo?
                      (Paulo Coelho)