quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

DESASTRES

Sabe aqueles dias que....tudo dá errado? Ou quase tudo?
Ou que  você  se acidenta facilmente, topa na parede, escorrega com o calçado, pisa no chiclete, derrama coisas em você mesmo ou nos outros, queima as mãos, as coisas caem, sem explicação,e parece que o mundo a sua volta está ruindo?
Então, são desastres inexplicáveis, que parecem vir após outros desastres, e são apenas reflexos do seu  interior que afeta o seu exterior. Um baixo astral que te atinge e  vem após uma avalanche de acontecimentos que acabam nem te deixando pior, pois pior você não ficaria., não do que já está.
Ás vezes tento entender porque isto sempre me acontece.
Vivo procurando respostas porque as coisas sempre se repetem e acabo sempre caindo nos mesmos erros. Será que não é hora de ver um recomeço?
Um recomeço, uma renovação de dentro para fora e ver se as coisas mudam, se passaria a sentir-me melhor comigo mesma, e com as pessoas ao redor. Para isso, preciso ter consciência que somente eu, posso mudar meu mundo...e através desta mudança atrair todas as coisas boas que quero para minha vida. E meu cupido também não será desastrado  como eu. E tudo vai ficar bem porque estarei bem também. Só, comigo mesma, e plena e em paz.

sábado, 4 de dezembro de 2010

URGÊNCIAS

Sempre que vem chegando o final do ano, sinto uma frustração , como se pudesse ter feito mais e diferente. Será que todo mundo pensa assim? Um ano, traz tanta coisa, quando lembramos vemos que houve algumas alegrias, algumas tristezas por perda, por decepções, uma palavra que ficou para se dizer, uma outra que gostáriamos de ter ouvido, um cansaço ou uma sensação de que fizemos coisas demais, ou então que poderíamos ter feito  mais ainda;uma estrada percorrida e ainda um monte a percorrer, um monte de sonhos para sonhar, e outros tantos para se descartar, e ainda tem isso, sempre adiamos sonhos, outros descartamos, talvez porque na ânsia de vê-los logo realizados, até nos cansamos deles ou os adaptamos para um mais fácil. E assim chega um final de ano, e dá uma tristeza, uma sensação de impotência, simplesmente porque as coisas aconteceram,
e não tivemos quase nenhuma participação direta, mesmo quando as coisas nos afetavam diretamente.
É, este e mais um final de um ano, diferente de todos os outros , mas sempre com o mesmo final.
Porque  olho para trás e vejo que apenas terei de mudar o calendário, porque a vida e o mundo é apenas uma roda, sem data para terminar ou recomeçar.

DESTINOS

Sempre achei que só o pensar e agir positivo bastasse.
Hoje sei que é mais que isso,
Se pudesse voltar atrás, talvez teria agido diferente em algumas coisas,
Apenas naqueles situações que hoje me deixa desconfortável,
Sentindo-me, como se, não era para estar passando por isso,
Perdi oportunidades, e não acredito num destino traçado.
Acredito que você o faz, conforme a estrada que toma.
E em alguns momentos, pulei atalhos.
Hoje me fazem falta e não há como voltar.
Estes atalhos poderiam me trazer até aqui, hoje,
Mas sem certas situações que não me fazem bem.
Que me  magoam, me fazem sofrer.
Não escolhi isto, tentei seguir as regras certas
Mas o mundo, acho não funciona assim.
Cada pessoa é diferente, e as atitudes também variam
Por isso temos que estar precavidos, olhar adiante
Não deixar nenhuma brecha, nunca pular atalhos.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

A TAL FELICIDADE

Cheguei a conclusão que felicidade é ter paz
Aquela paz, aquele conforto, aquela sensação de que está tudo bem.
Felicidade não é ter aquilo que tanto desejamos.
Ás vezes, quando conseguimos aquilo que tanto esperáva-mos
Este objeto de desejo não vem junto com a paz
Paz, talvez seja  a não preocupação com o ter
Ter não traz felicidade. Ter paz sim.
Somos condicionados a esperar demais da vida
Como se ouvesse alguma obrigação embutida
em seu sentido de que para ser feliz, devemos ter.
Este Ter, abrange do material ao físico.
Passando pelo sentimental.
Queremos ter, coisas, sensações que, talvez, precisamos para ser feliz.
Isto não vai acontecer
Ter, conseguir, como se só isso bastasse
E esquecemos da paz, tão simples...
Basta um recanto bonito, bucólico, fazer o  que se gosta
E ali então ser feliz, porque se está em Paz.

sábado, 27 de novembro de 2010

NÃO FUGIR...

Às vezes, quando nos damos conta, estamos ali , num cantinho
escondidos....com medo da vida.
Ela nos assusta.....porque é mistério, não temos o dom de ver
aonde nos leva nossas atitudes perante a ela.
E aquele medo de errar, de sofrer...
E isto nos faz fugir, esconder-se, ir devagar, muito devagar...
E vida é tão breve....só que não damos conta o quanto ela passa rápido..
E tentamos voltar, mas não tem volta, cada momento é único..
E nunca mais retorna, as mesmas chances, os mesmos instantes, o que passou...
Aquela hora, aquele momento é único....
Não vai se repetir igual, nunca mais
Então vamos tentar sempre estar focados no momento presente
E não esquecer nunca, que ele não voltará jamais,
E também não ter medo de viver, pensar sempre que podemos, não vamos falhar
E muito menos sofrer, mas também se acontecer, valeu..
A vida é isso, uma sucessão de momentos bons ou não...
E só podemos aceitar, porque no fundo, somos nós mesmos
que a fazemos do jeito que é....

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Tarsila do Amaral

BIOGRAFIA




Tarsila do Amaral nasceu em 1º de setembro de 1886 na Fazenda São Bernardo, município de Capivari, interior do Estado de São Paulo. Filha de José Estanislau do Amaral e Lydia Dias de Aguiar do Amaral. Era neta de José Estanislau do Amaral, cognominado “o milionário” em razão da imensa fortuna que acumulou abrindo fazendas no interior de São Paulo. Seu pai herdou apreciável fortuna e diversas fazendas nas quais Tarsila passou a infância e adolescência.



Estuda em São Paulo no Colégio Sion e completa seus estudos em Barcelona, na Espanha, onde pinta seu primeiro quadro, “Sagrado Coração de Jesus”, aos 16 anos. Casa-se em 1906 com André Teixeira Pinto com quem teve sua única filha, Dulce. Separa-se dele e começa a estudar escultura em 1916 com Zadig e Mantovani em São Paulo. Posteriormente estuda desenho e pintura com Pedro Alexandrino. Em 1920 embarca para a Europa objetivando ingressar na Académie Julian em Paris. Frequenta também o ateliê de Émile Renard. Em 1922 tem uma tela sua admitida no Salão Oficial dos Artistas Franceses. Nesse mesmo ano regressa ao Brasil e se integra com os intelectuais do grupo modernista. Faz parte do “grupo dos cinco” juntamente com Anita Malfatti, Oswald de Andrade, Mário de Andrade e Menotti del Picchia. Nessa época começa seu namoro com o escritor Oswald de Andrade. Embora não tenha sido participante da “Semana de 22” integra-se ao Modernismo que surgia no Brasil, visto que na Europa estava fazendo estudos acadêmicos.



Volta à Europa em 1923 e tem contato com os modernistas que lá se encontravam: intelectuais, pintores, músicos e poetas. Estuda com Albert Gleizes e Fernand Léger, grandes mestres cubistas. Mantém estreita amizade com Blaise Cendrars, poeta franco-suiço que visita o Brasil em 1924. Inicia sua pintura “pau-brasil” dotada de cores e temas acentuadamente brasileiros. Em 1926 expõe em Paris, obtendo grande sucesso. Casa-se no mesmo com Oswald de Andrade. Em 1928 pinta o “Abaporu” para dar de presente de aniversário a Oswald que se empolga com a tela e cria o Movimento Antropofágico. É deste período a fase antropofágica da sua pintura. Em 1929 expõe individualmente pela primeira vez no Brasil. Separa-se de Oswald em 1930.



Em 1933 pinta o quadro “Operários” e dá início à pintura social no Brasil. No ano seguinte participa do I Salão Paulista de Belas Artes. Passa a viver com o escritor Luís Martins por quase vinte anos, de meados dos anos 30 a meados dos anos 50. De 1936 à 1952, trabalha como colunista nos Diários Associados.



Nos anos 50 volta ao tema “pau brasil”. Participa em 1951 da I Bienal de São Paulo. Em 1963 tem sala especial na VII Bienal de São Paulo e no ano seguinte participação especial na XXXII Bienal de Veneza. Faleceu em São Paulo no dia 17 de janeiro de 1973.

Qualquer dia amigo.....

 Eu tenho muitos amigos, mas um é especial.  Daqueles que não precisamos estar perto, Só saber que existe. Ele segue sua vida eu a minha. Se...